Pensar na experiência de Ó é interessante primeiro porque ela aceitou sem saber exatamente o que era... ela não negociou... serviu naquele local sem ditar nenhuma regra... ela poderia ir embora se quisesse? Depois aceitou servir Sir Stephen e René.
Seria essa forma de servir a correta e o SM atual é só um jogo concedido?
Se houvesse mesmo um grupo organizado para esse tipo de SM você participaria? Ou seja... haveria X número de subs, Dons, Domme, sw, enfim os praticantes que o Grupo elegesse... haveria uma sede ... haveria as regras para servidão nesse local que poderia ser que sub serve aos Tops presentes sem ressalvas na hora e da forma que desejarem.
Como era em Roissy, Ó não dizia “esse não quero porque não gosto dele!!!!” ou “não quero pq não sou puta” ou ainda “se ele me amasse não ia querer me ver com outros” rs rs rs
Ou poderia ser diferente, sub poderia negociar a servidão absoluta e a entrega 100% de alma com amor
Não seria um grupo ao estilo de Hitler, um Holocausto contra os que pensam diferente, mas sim visando reunir os com interesses similares.
Vemos muitos tentando algo similar ou mesmo querendo o holocausto rs
Essa confraria a meu ver deveria ser de poucos, pouquíssimos membros que entre si não tivessem nenhum tipo de desavença ou restrições.
Nenhuma sub quer mesmo ser apenas um objeto como Ó foi... já imaginou Ó de mão dada com Sir Stephen em um bar fetichista? Ou mandando scrapas com glitter para ele?
Ou pressionando-o para não ter sessão com a Governanta?
e que não queria as irmãs de coleira em Roissy?
"Deixo-a para Sir Stephen", disse então René. "Fique como está, ele a dispensará quando quiser".
Você confunde amor e obediência. Vai me obedecer sem me amar e sem que eu a ame". O sentiu-se então tomada da mais estranha revolta, negando em silêncio no interior de si mesma as palavras que ouvia, negando seu próprio consentimento, seu desejo, sua nudez, seu suor, suas pernas trêmulas e as olheiras de seus olhos.
ertamente não iria privar-se deste uso dela que René lhe tinha reservado, portanto, não deveria esperar ser poupada. Lembrou-lhe que tinha consentido em ser escrava de René e sua, mas que lhe parecia improvável que soubesse com todo o conhecimento de causa em que se tinha engajado. Quando finalmente compreendesse, seria tarde demais para escapar. (...)”
28/10/2009
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